O UV não pode ser mostrado
Esta espécie tem um cone UV e o ecrã de um telemóvel não emite ultravioleta. O canal UV é desenhado numa cor falsa, declarada como tal. Note também que o UV é absorvido depressa debaixo de água e desaparece em poucos centímetros em água tânica.
Os peixes vêem cores?
A maioria vê duas cores onde você vê três. Das 54 espécies aqui, 19 têm medições espectrais directas dos cones; a truta, o salmão e a carpa têm quatro tipos de cones, um deles sensível ao ultravioleta, e os tubarões têm um e não vêem cores. Cada um deles ordena a mesma caixa de iscas de maneira diferente.
Acabamento fluorescente
Esta cor absorve comprimentos de onda curtos e reemite-os mais longos, pelo que está em parte iluminada por dentro. É mesmo por isso que aguenta em água turva — mas o rendimento quântico usado aqui é uma suposição, não uma medição desta tinta.
Acabamento fosforescente — não modelado
A fosforescência carrega-se à luz e decai no escuro: depende de quanto tempo a isca esteve ao sol e de há quanto tempo foi. Teríamos de adivinhar, e não o fazemos. Trate esta entrada apenas pela sua cor de base.
O que este modelo afirma e o que não afirma
Uma simulação, não uma fotografia do que um peixe vê.
Fontes
- Pope & Fry (1997). Applied Optics 36(33), 8710–8723.
- Govardovskii et al. (2000). Visual Neuroscience 17, 509–528.
- Aksnes & Utne (1997). Sarsia 82, 137–147.